MPEL6

Do pó da lousa ao ecrã do PC


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Ambientes Virtuais de Aprendizagens

Depois de explorar e analisar as diversas plataformas, no âmbito da UC de Ambientes Virtuais de Aprendizagem, optei pelo WordPress para desenvolver a atividade proposta na UC de Processos Pedagógicos em Elearning, ou seja criar um curso online.

Apesar de existirem diversas plataformas desenhadas para o ensino aprendizagem, a utilização de uma plataforma como o WordPress é mais trabalhosa mas possibilita uma maior liberdade e utilização de recursos por medida.

O curso desenvolvido é na área de Secretariado, chamando-se Curso Básico de Secretariado e pode ser encontrado AQUI.

Como fator de inovação para a construção da plataforma de aprendizagem em vez de utilizar várias páginas de um só blogue, utilizei vários blogues para garantir os privilégios de utilização de cada parte envolvida. Assim cada blogue tem definições de segurança próprias e poderá ser gerido por entidades diferentes.

A página inicial “Aprender secretariado” é da responsabilidade de quem gere o site informaticamente e o curso. Os blogues “inscrições” e “sobre” são da alçada da secretaria. O blogue “avaliação do curso” é da responsabilidade de quem gere o curso.

Cada módulo é da responsabilidade do seu formador, podendo haver formadores diferentes para cada módulo, com acessos diferenciados para cada formador e seu grupo de formandos.

esquema do site

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Relatório de exploração de Ambientes Virtuais de Aprendizagem


UC Ambientes Virtuais de Aprendizagem

No âmbito da UC de Ambientes Virtuais de Aprendizagem foi-nos solicitado pela docente, Professora Lina Morgado, que fizéssemos uma exploração sobre diversos Ambientes Virtuais de Aprendizagem. Sendo assim fiz uma abordagem às plataformas propostas, tendo-me registado na maioria delas para as poder explorar.

1. PLATAFORMAS (LMS):

Moodle | Lore| Schoology| GoogleSites| LearnDash

Nas plataformas Lora e Schology criei um curso e inscrevi em cada uma dois alunos virtuais. Experimentei do ponto de vista do professor o contexto de avaliação de cada aluno, a disponibilização de materiais como vídeos ou documentos pdf e a moderação de fóruns. Do ponto de vista dos estudantes, procurei a facilidade de acederem aos materiais disponibilizados, a privacidade do grupo, a facilidade de participação nos fóruns e a forma como acediam às suas classificações, quer quantitativa, quer ao texto com a correção do professor.

Quanto à plataforma LearnDash não foi possível uma análise muito profunda com base na experimentação porque apenas nos deixa aceder a alguns poucos tutoriais e a uma demonstração interativa disponibilizada.

O Moodle sendo a plataforma que melhor conheço, enquanto aluna, pareceu-me importante compreendê-la também tanto na área da gestão da plataforma como no papel do professor. Através do sítio http://school.demo.moodle.net tive oportunidade de navegar um pouco como se fosse a docente do curso de demonstração.

As áreas que mais se salientaram ao experimentar as funcionalidades do Moodle como docente foram: a facilidade de o utilizar em contexto de avaliação, a facilidade de disponibilizar recursos (pdf, youtube, powerpoint, etc.), a facilidade de utilização e moderação dos fóruns, a quantidade de ferramentas disponíveis, a facilidade de acesso aos trabalhos submetidos pelos alunos.

Sendo o Moodle um open source permite a utilização de inúmeras ferramentas que para ele foram desenvolvidas. Apesar do software ser grátis e da maior parte dos aplicativos que com ele trabalham também, é necessário pagar o espaço para o alojamento. Existem alguns espaços grátis mas são bastante limitados. Por outro lado a instalação do software não é algo muito fácil, podendo mesmo ser necessário um profissional da área, ainda que no outro lado da moeda temos a vantagem de que tudo existe e tudo funciona. Ao pesquisar na Internet encontrei uma empresa de nome Delta consultores que tem um serviço denominado Moodle Start com um serviço de intalação+6 meses, onde inclui o alojamento, backup e a instalação por 350€ inicial, acrescido de um valor mensal de 50€, para pequenas instituições, podendo ir até 400€ iniciais acrescido de um valor mensal de 150€. O espaço para alojamento varia entre 5 e 20 Gb. A empresa Sysban tem um serviço de hospedagem disponível na internet e cobra por 2Gb, 179,40€ por ano.

O Google Sites sendo uma plataforma orientada para a criação de blogues e sites pessoais, obriga a que cada um de nós tenha de construir de raiz todas as ferramentas de que venha a necessitar, possibilitando que tudo o que necessita seja construído.

O Lore e o Schoology são duas plataformas com planos gratuitos, quer o software quer o alojamento. Ao analisar as duas aceito a ideia de Heussner que coloca a plataforma Lore mais vocacionada para o ensino superior e a Schology para o ensino K-12. Quanto à Lore encontrei alguns momentos em que me pareceu um pouco instável, ainda que me pareceu funcionar bastante bem em dispositivos moveis. Qualquer uma destas duas plataformas parece-me mais simples de utilizar do que o Moodle, não pondo em causa as potencialidades deste.

O Schoology possui um conjunto de aplicativos que podemos adicionar à plataforma (alguns pagos, outros parcialmente pagos e outros grátis). As ferramentas para a produção de testes Tests/Quizzes e a ferramenta para a classificação dos estudantes pareceu-me bastante bem conseguida. No Lore não descobri a forma de fazer testes ou exames nem um registo de avaliação, situação bastante eficaz no Schoology. Ainda em relação ao Lore não consegui, apesar de diversas tentativas aceder às ajudas/faq, apenas abria a hipótese de colocar uma questão à ajuda técnica.

Falando ainda do Google Sites, podemos criar de raiz uma página que funcione com plataforma LMS, também podemos dispor de um conjunto de ferramentas que a máquina Google coloca à nossa disposição. A própria Google tem uma linha Google Apps for education onde disponibiliza alguns utilitários customizados para educação, assim como disponibiliza 10 Gb para a instituição acrescidos de 500mb por docente. É ainda de acrescer a vantagem de ser possível desenvolver aplicações em html.

2. PLATAFORMAS DE SOCIAL LEARNING:

Ellg| Edmodo| Drupal| BuddyPress| Spruz| Groups

 O Spruz é pago tendo no entanto um plano básico gratuito mediante uma oferta muito limitada. É de salientar que existe um caderno de opções bastante completo mas que cada item tem o seu preço, acabando por honorar bastante a utilização desta plataforma. Pelo pouco que consegui experimentar percebi que não é muito intuitivo e que existe uma pressão constante para que se opte por um plano pago, sendo o plano grátis mais limitado que o WordPress ou o Blogguer.

O Grou.ps permite-nos criar com alguma facilidade um portal orientado para o ensino, sendo detentor de um conjunto de ferramentas interessantes. O Grou.ps tem um conjunto de funcionalidades otimizadas para educação que são sem dúvida uma mais-valia: o funcionamento do fórum, o funcionamento da partilha de ficheiros e o trabalho em ambiente wiki destacam pela positiva esta plataforma. Apesar do plano que considero ideal ser pago e custar cerca de $25 USD por mês é substancialmente mais barato que o Spruz sendo, a meu ver mais intuitivo e facilmente direcionado para o ensino.

O Buddypress pode ser utilizado como um plugin que se pode embutir num portal como um software de rede social, estando otimizado para trabalhar com o WordPress. Tem alguns recursos que poderão ser um acréscimo relevante na comunicação assíncrona permitindo a criação de grupos.

O Ellg e o Drupal são dois open source. À semelhança do que acontece com o Moodle é necessário pagar o espaço para alojamento que para um pequeno grupo se consegue a partir de 4 ou 5 €/mês já com alguma capacidade de armazenamento e acesso. Ao contrário do que aconteceu com outras plataformas estas duas não foram testadas de forma tão intensiva como as restantes.

A Ellg possui um espaço de demonstração no qual baseio o meu relatório. À entrada possui um espaço activity, onde são registadas todas as ações na plataforma. O acesso é feito mediante um regra pré-definida, o que se estende também aos grupos. Estes poderão ser abertos ou de acesso restrito. Quanto a plugins, a plataforma permite a integração de diversos plugins estando organizados por categorias.

A plataforma Drupal tem uma comunidade portuguesa que pode ser encontrada em http://drupal-pt.org/ e que tem procurado dinamizar e desenvolver ferramentas, para além de estarem a traduzir os recursos para português. Ainda se dedicam à formação e divulgação da plataforma. Pelo que pude perceber os seus interfaces são bastante intuitivos e existe um conjunto elevado de aplicações que se podem juntar a cada plataforma.

Quanto ao Edmodo, talvez a plataforma que mais me impressionou pela positiva, permite algumas utilizações interessantes. Olhando para o caso de um professor do secundário com quatro turmas de um mesmo nível, a plataforma permite-lhe preparar todo o apoio para todas aquelas turmas e depois separar as diversas turmas através da facilidade group para o nível e small group para a turma. A possibilidade de se construir testes e exercícios é algo muito bem conseguido. Possui uma loja de aplicações a serem utilizadas nesta plataforma, algumas pagas, mas a maioria gratuita com bastante qualidade. A ferramenta que nos permite a análise do progresso de cada estudante está bastante intuitiva e organizada. Uma última referência vai para o calendário que nos permite dividir os grupos por cores, facilitando a utilização e a rápida leitura.

3.  INDIVIDUAIS:

Social Bookmarking| Agregação| Blogging

 Começando pelo conceito Blogging que deriva do termo blogue. Um grupo de investigadores da Oregon State University, define como: “A blog (a contraction of “web log”) is often thought of as an online journal produced by a single author.”. Aplicam-no também ao contexto educativo da seguinte forma: “The use of blogs as online academic journals, research portals, and commentary sites by students, faculty, and staff enriches the overall educational environment.

As vantagens da utilização deste tipo de ferramenta são inúmeras e podem ser facilmente adaptadas de acordo com o público-alvo que queremos atingir. Celebic & Rendulic na sua obra Basic Concepts of Information and Communication Technology deliniam uma explicação para a popularidade dos blogs: “Blogs are popular because end-users do not need to have advanced computer knowledge, or knowledge of web page creation, in order to be present on the Internet and write about various topics, i.e. state their opinion. Blogging has greatly facilitated the exchange of interests, ideas, opinions, and contributed to realization of human right to free expression.”

 Existem vários serviços disponíveis na internet com uma variedade bastante grande de templates tornando-se bastante simples ao utilizador comum poder criar e manter um blogue na web. Também existem várias opções grátis e um conjunto não inferior de opções pagas na totalidade, ou em parte.

 Bookmarking é uma ferramenta baseada em agrupar documentação de forma catalogada para posterior utilização, normalmente baseada em tags. O social Bookmarking junta num servidor estes catálogos permitindo que se possa aceder de forma rápida a documentos já catalogados por outros e que possamos, em simultâneo, colaborar neste processo de catalogação. Jason Abbitt, da Universidade de Miami, conceptualiza da seguinte forma: “The concept of social bookmarking is that many users locate online content they have determined to be valuable in same way and contribute links to these resources to a website where they are shared with other users with similar interest. This idea is often extended to provide options for users to categorize, rate, and comment on the resources contributed by other users.”

 No contexto educativo, estas ferramentas assumem grande importância reduzindo os tempos de pesquisa e rentabilizando o trabalho de cada indivíduo como o trabalho da comunidade. Farwall e Waters, no seu trabalho Exploring the Use of Social Bookmarking Technology in Education: An Analysis of Students’ Experiences using a Course-specific Delicious.com Account explicam como o social Bookmarking Delicious pode ser uma mais-valia no contexto da educação: “With sites such as Delicious, students can easily navigate information on the topic that was tagged by others, not just the professor, thereby gaining additional depth and viewpoints. In addition, students can quickly tag and add content they find relevant thus promoting further interaction and participation. Finally, many organizations are expecting their new employees to be up on technologies and how to incorporate them in day-to-day operations. With the students being able to work with social bookmarking in a classroom environment, they may feel more confident when asked to operate the sites in a work setting.” O social bookmarking está à nossa disposição, em aplicações como Delicious, StumbleUpon ou o Diigo.

 Os agregadores, também conhecidos como RSS têm a função de juntar ou agregar conteúdos. Uma das funções muito utilizadas deste tipo de serviços são os agregadores de notícias em sites de notícias. “As RSS synchronous updates between web pages can be read with browsers, RSS documents can also be read by specialized desktop software programs called feed readers or RSS aggregators. RSS readers are one of the biggest new categories of software in recent memory.” A interligação de conteúdos atualizados a partir de um determinado lugar permite-nos tê-los no nosso portal ou blogue atualizados mediante um agregador de feed.

 4. COLABORATIVAS:

Google docs| Twitter

 O Google docs, sendo uma ferramenta disponibilizada pelo gigante Google, está disponível em mais do que um formato. Para os particulares poderá ser utilizada de forma gratuita e para as empresas por 40 €/ano por utilizador. O Google docs trabalha em conjunto com o Google drive onde os ficheiros são arquivados. A possibilidade de se juntarem várias ferramentas permite que possamos editar ao mesmo tempo o mesmo documento, trocando opiniões no chat e fazendo alterações diretamente no documento.

Permite a edição e visualização de ficheiro numa grande quantidade de formatos. Permite ainda a utilização desses mesmos ficheiros em pc e mac assim como em dispositivos moveis como smartphones ou tablets. A interligação dos documentos do Google docs com páginas web é bastante facilitada também. Uma das ferramentas que tem sido adicionada é a função de ocr permitindo fotografar um texto e a partir do ficheiro de imagem transformá-lo num ficheiro de texto. Os documentos criados pelo Google docs podem ser descarregados em diversos formatos como por exemplo os formatos utilizados pelo Office da Microsoft.

O Twitter é uma rede social orientada para o microblogging. Disso é bem ilucidativo o nome que lhe é dado, Twitter, que envia pequenos twitts. Está limitada a 140 carateres e a sua principal função é a partilha rápida e na hora. Em qualquer altura, a partir de um telemóvel, pode-se publicar alguma coisa em poucas palavras. A vantagem que encontro nesta rede social no contexto de ensino é a rapidez e a proximidade entre professor e alunos e entre alunos, podendo ser interessante no esclarecimento de dúvidas.


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Grupos, redes e comunidades

Ao falarmos de aprendizagem, mormente da aprendizagem por elearning, somos induzidos a refletir sobre o peso dos conteúdos e o peso dos contextos no ensino, assim como a fronteira entre ambos que se exprime entre o oculto e o indefinido. Torna-se ideologicamente inevitável discernir conceitos associados na procura incessante de um equilíbrio que promova um aprendizado eficiente. Neste post é minha intenção refletir sobre três desses conceitos: os grupos, as redes e as comunidades.

Os conceitos

Qualquer um destes conceitos em estudo é mais aberto do que impermeável, permitindo um conjunto de definições válidas. Em simultâneo quando olhamos para grupos, redes e comunidades estamos diante de conceitos com linhas de fronteira comuns e partilhando territórios entre si.

  1. Grupos

    Dos três conceitos é o que se reveste de uma maior formalidade, estruturado hierarquicamente, baseado num conjunto de normas e regras que regem o seu funcionamento e objetivos. É estruturado mediante um plano prévio e o acesso é desigual, de acordo com o lugar que cada um ocupa na hierarquia. Todos os elementos estão perfeitamente identificados e poderão ser admitidos ou excluídos por quem detém maior autoridade na hierarquia. As atividades do grupo são asseguradas por ferramentas direcionadas para as necessidades específicas das suas tarefas. Segundo Terry Anderson e Jon Dron: “The research and pratice of e-learning has to date focussed almost exclusively on groups” p. 16.

    Os grupos funcionam com base numa coordenação que lidera e impõe, através da hierarquia, os seus objetivos e, muitas vezes, os caminhos para os alcançar.

  2. Redes

    Ao contrário dos grupos, as redes são emergentes, ligando pessoas de forma direta ou indireta. A rede é mais impessoal do que os grupos de forma que os seus membros retêm mais a noção de participação do que de posse. A ideia de cumprimento de um plano pré-estabelecido ou de ir de encontro de um conjunto de expectativas criadas é substituído pela espontaneidade. As ligações entre participantes surgem mediante interesses comuns. Terry Anderson apresenta três funções das social networking: uma função social, ligada com o convívio entre os indivíduos; uma função de partilha, onde destaca a capacidade de serem partilhados recursos de todos os tipos catalogados por tags; e uma terceira função a que chamou sojourning associado ao conceito de permanência temporária, de peregrinação ou de constante movimento. Aqui se mostra como num espaço delimitado no tempo vários indivíduos podem trabalhar juntos em torno do desenvolvimento de uma determinada aprendizagem, aumentando a motivação e construindo de forma colaborativa o saber dos seus participantes, beneficiando dos saberes auferidos nas peregrinações anteriores e contribuindo para as peregrinações futuras dos seus membros. É a explicação da capacidade de pulverizar conhecimento de forma exponencial.

  3. Comunidades

    Apresenta-se como agregadora de todos os constituintes de todas as redes, grupos e individuais. A sua função é juntar, voluntariamente, indivíduos com interesses comuns, de forma a aprenderem em conjunto. Dias Figueiredo ao falar de comunidades de aprendizagem explica parenteticamente “comunidades onde se aprende pelo facto de se estar em conjunto” p.3.

Bibliografia

Anderson, T. (2009). Social Networking in Education, disponivel em

http://terrya.edublogs.org/2009/04/28/social-networking-chapter/

Dron e Anderson (2008). Collectives, Networks and Groups in Social Software for E-Learning disponivel em http://www.editlib.org/noaccess/26726

Etienne Wenger, E., Trayner, B. & Laat, M. (2011). Promoting and assessing value creation in communities and networks: a conceptual framework, Ruud de Moor Centrum: Neederlands.

Figueiredo, A. D. (2002). Redes e educação: a surpreendente riqueza de um conceito, in Conselho Nacional de Educação (2002), Redes de Aprendizagem, Redes de Conhecimento, Conselho Nacional de Educação, Ministério da Educação, Lisboa.


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Personal Learning Environment

A aprendizagem que realizamos diariamente está ligada à forma como trabalhamos diariamente com a informação disponível na Internet e como a utilizamos transformando-a em conhecimento. Cada um de nós desenvolve assim, consciente ou inconscientemente, o seu Personal Learning Environment (PLE).

Sem dúvida alguma que esquematizar o PLE é extremamente complicado. Vivemos numa sociedade em rede e percorremos uma encruzilhada de caminhos que nem sempre é simples descrever. Durante as pesquisas sobre este tema, e ao tentar sintetizar o meu PLE, confesso que me surpreendi a mim própria.

A minha aprendizagem online tem sido formal, através da Universidade Aberta nos Cursos de Profissionalização em Serviço (em Educação Tecnológica e Português e História) e no mestrado; no OLDS MOOC e também no MOOC Seguranet, mas também informal, ou seja toda a aprendizagem adquirida ao longo do tempo enquanto cibernauta, que vai desde as pesquisas efetuadas até à partilha de conhecimentos nas redes sociais.

Figura 1 – No Symballo reuni as ferramentas e/ou fontes de informação que utilizo frequentemente. Clique para ver o meu webmix.

É importante referir que juntamente com os recursos e ferramentas/fontes de informação, também fazem parte do meu PLE as pessoas com quem mantenho contacto na web e que de alguma forma contribuem para a minha aprendizagem online. Estas pessoas têm vindo a alterar-se, tal como quando viajamos de comboio, em cada estação algumas entram outras saem, mas todas deixam a sua marca na minha aprendizagem.

O meu PLE tem vindo a ser reajustado consoante os interesses específicos de cada momento da minha vida. Seleciono o assunto a estudar, a forma de pesquisar, faço a gestão do meu tempo, partilho o que acho que devo partilhar, enfim, posso dizer que é uma forma de empowerment, em que sinto que tenho parte do controlo da minha aprendizagem.

Figura 2 Este mapa conceptual esquematiza o meu PLE. Clique para ver mapa conceptual dinâmico.

Para representar visualmente o meu PLE optei por usar duas ferramentas, o Symbaloo e o Exam Time. Para esquematizar o meu Ambiente Pessoal de Aprendizagem criei um mapa conceptual no Exam Time. No Symbaloo reuni as ferramentas, recursos e/ou fontes de informação que utilizo frequentemente. Tornei o Symballo na minha home page e assim as cores utilizadas em cada bloco permitem um acesso rápido aos diversos links.